PROPOSTAS
Na audiência, foram apresentadas 22 propostas. As 5 mais votadas foram:
PROPOSTA 17
LUCYANE ALMEIDA FERREIRA
Formação de Engenheiros para a Indústria 4.0
Tema: Formação e Valorização Profissional.
Proposta
Desenvolver um programa de capacitação voltado para:
Inteligência Artificial
Ø BIM;
Ø IoT;
Ø Robótica;
Ø Ciência de Dados;
Objetivo Geral:
Desenvolver soluções de engenharia digital que promovam infraestrutura sustentável, eficiência energética, inovação industrial e cidades inteligentes.
PROPOSTA 20
JANETH FERNANDES
Engenharia + IA-Instituir um Programa Nacional de Engenharia Digital e Inteligência Artificial para Mulheres, promovendo capacitação, inovação e desenvolvimento de soluções para transição energética, infraestrutura sustentável, cidades inteligentes, saneamento, prevenção de desastres e adaptação às mudanças climáticas, fortalecendo a liderança feminina e o desenvolvimento do Brasil.
PROPOSTA 13
MARIA ALESSANDRA
Criar um programa nacional de valorização das mulheres nas profissões tecnológicas, com incentivo à qualificação continuada, certificações, liderança técnica e participação em cargos de gestão, com o objetivo de ampliar sua representatividade nos setores público, privado e acadêmico.
PROPOSTA 2
CLÁDICE NÓBILE DINIZ
Criação de grupos de trabalho nos diversos níveis do Estado brasileiro, com participação de empregadores privados e do terceiro setor, para promoção de vagas de primeiro emprego às recém formadas e de reinserção profissional às desempregadas; e manutenção do emprego às empregadas, especialmente aquelas com filhos até 14 anos, com atualização técnica e ambiente de equidade salarial e nas promoções.
PROPOSTA 19
MARIA ELEONORA SILVA
Maior valorização do estudo das cidades na formação academica. Implementando a cadeira específica do estudo das cidades, como forma de melhorar o entendimento da engenharia social, bem como da criação da Engenharia Pública Gratuita como SUE – Serviço Unico de Engenharia, voltado para atender população de baixa renda.
Conheça todas as propostas:
PROPOSTA 1
CARMEN LÚCIA PETRAGLIA
Que o governo promova o ensino praticado e contínuo da ética, fundamental para a formação da consciência profissional e que a formação da juventude traga para eles a atenção, calma, confiança, linguagem, vínculo e capacidade de sonhar, para que não só aprenda mas se reencontre, se organize e se projete para a profissão.
PROPOSTA 2
CLÁDICE NÓBILE DINIZ
Criação de grupos de trabalho nos diversos níveis do Estado brasileiro, com participação de empregadores privados e do terceiro setor, para promoção de vagas de primeiro emprego às recém formadas e de reinserção profissional às desempregadas; e manutenção do emprego às empregadas, especialmente aquelas com filhos até 14 anos, com atualização técnica e ambiente de equidade salarial e nas promoções.
PROPOSTA 3
JANETH FERNANDES DA SILVA
Implementar monitoramento ambiental em obras públicas , com uso de drones e dados georreferenciados, garantindo transparência por meio da divulgação de informações sobre poluição, áreas de risco , visando fortalecer a gestão ambiental, a prevenção de desastres e a participação de engenheiras
PROPOSTA 4
ANDRÉA BRONDANI DA ROCHA
As mulheres como protagonistas da conservação de solos e água para mitigação dos efeitos de Mudanças climáticas na agricultura.
PROPOSTA 5
DUAIA VARGAS DA SILVEIRA
Que os instrumentos de planejamento urbano estatais, incluindo a Política Habitacional e os Fundos Imobiliários priorizem o Planejamento Urbano Inclusivos e Universai, como estratégia para resiliência e sustentabilidade.
PROPOSTA 6
CARLA CAROLINA CORREA ALEXANDRE
Incentivar e fortalecer organizações estudantis, projetos de extensão, iniciação científica e visitas técnicas como espaços de formação em liderança, inovação e desenvolvimento profissional. Ampliar o apoio institucional e as parcerias entre universidades, empresas e entidades para aproximar estudantes da prática da engenharia e estimular a permanência de mulheres na área.
PROPOSTA 7
MARGARET MIRANDA
A mobilidade urbana ausência de políticas públicas eficazes. As calçadas permanecem abandonadas, cheias de desníveis, buracos e obstáculos que se transformam em verdadeiros abismos urbanos. O resultado:quedas, lesões e insegurança para quem caminha pela cidade. Uma cidade se mede pelo cuidado com o espaço público e respeito ao direito de ir e vir com segurança.
PROPOSTA 8
KATIA BARROS DE LACERDA
Defesa da Soberania Nacional, com valorização das Certificadoras e Classificadoras de Navios brasileiras.
PROPOSTA 9
KATIA BARROS DE LACERDA
Diálogo para valorização do CREA (e do Confea) quanto a atividade dos profissionais Tecnólogos e Tecnólogas, registrados e pagantes de anuidade ao Crea, de diversas modalidades, em especial dos cursos de Petróleo e Gás; Curso de construção Naval; Curso de Sistemas Navais; especialidades importantes para o desenvolvimento das empresas.
PROPOSTA 10
KATIA BARROS DE LACERDA
A importância da fiscalização do CREA nos cursos de pós graduação de engenharia, sem registro no crea, principalmente das Universidades Federais. Importante o CREA realizar a divulgação sobre a obrigatoriedade de registro dos cursos de pós graduação no CREA, alertar para a invalidez destes cursos para o acréscimo de atribuições profissionais.
PROPOSTA 11
KATIA BARROS DE LACERDA
Divulgação das Normas de Engenharia para Prevenção à poluição de balsas (embarcação sem propulsão) e navios, que realizam transporte de derivados de petróleo em Navegação interior e Mar Aberto.
PROPOSTA 12
PAMELA CARDOSO VILELA
Propõe-se integrar geologia, transição energética e soberania tecnológica via mapeamento do subsolo (H2 natural, geotermia, CCUS, minerais críticos), com formação em geociências e inclusão de mulheres geocientistas, conectando recursos estratégicos, inovação e políticas públicas para o desenvolvimento sustentável e justo do Brasil, com interiorização e alinhamento aos ODS 7, 9 e 13.
PROPOSTA 13
MARIA ALESSANDRA
Criar um programa nacional de valorização das mulheres nas profissões tecnológicas, com incentivo à qualificação continuada, certificações, liderança técnica e participação em cargos de gestão, com o objetivo de ampliar sua representatividade nos setores público, privado e acadêmico.
PROPOSTA 14
PRISCILA RAMOS SILVEIRA DA SILVA MESSIAS CASSIANO
Proponho o desenvolvimento de uma plataforma analítica para a gestão de ativos em infraestrutura sustentável, integrando Big Data e engenharia de segurança. O foco é otimizar a resiliência operacional, predizer falhas e reduzir impactos ambientais, fortalecendo a soberania tecnológica através da transformação digital aplicada ao saneamento e à transição energética no Brasil.
PROPOSTA 15
SUZE GUIMARAES
Inserir a geoenergia nas políticas de transição energética por meio do mapeamento do potencial geotérmico e do incentivo ao uso direto do calor terrestre em processos industriais, aquicultura e climatização por bombas de calor. A proposta reduz emissões, fortalece a segurança energética e amplia a adaptação às mudanças climáticas.
PROPOSTA 16
SIMONE BAÍA PEREIRA GOMES
Instituir, como diretriz técnica nacional para projetos em setores de alto metabolismo (siderurgia, mineração e agroindústria), a adoção de coeficiente de segurança hídrico dinâmico nos sistemas de climatização e reposição de fluidos, integrando carga térmica real e demanda metabólica, sob supervisão do CREA e em articulação com o MPT.
PROPOSTA 17
LUCYANE ALMEIDA FERREIRA
Formação de Engenheiros para a Indústria 4.0
Tema: Formação e Valorização Profissional.
Proposta
Desenvolver um programa de capacitação voltado para:
Inteligência Artificial
Ø BIM;
Ø IoT;
Ø Robótica;
Ø Ciência de Dados;
Objetivo Geral:
Desenvolver soluções de engenharia digital que promovam infraestrutura sustentável, eficiência energética, inovação industrial e cidades inteligentes.
PROPOSTA 18
MARISA CAVALCANTE
Meu projeto seria na área educacional e incentivo as meninas da escola básica para a área de engenharia da computação e áreas afins. Criação de espaços Makers em escolas públicas, com incentivo para a participacao das meninas e professoras dessas escolas.
PROPOSTA 19
MARIA ELEONORA SILVA
Maior valorização do estudo das cidades na formação academica. Implementando a cadeira específica do estudo das cidades, como forma de melhorar o entendimento da engenharia social, bem como da criação da Engenharia Pública Gratuita como SUE – Serviço Unico de Engenharia, voltado para atender população de baixa renda.
PROPOSTA 20
JANETH FERNANDES
Engenharia + IA-Instituir um Programa Nacional de Engenharia Digital e Inteligência Artificial para Mulheres, promovendo capacitação, inovação e desenvolvimento de soluções para transição energética, infraestrutura sustentável, cidades inteligentes, saneamento, prevenção de desastres e adaptação às mudanças climáticas, fortalecendo a liderança feminina e o desenvolvimento do Brasil.
PROPOSTA 21
CARLA DA SILVA
Integrar projetos de engenharia e robótica na educação infantil, utilizando materiais lúdicos, é essencial para desenvolver habilidades criativas nas crianças. Investir na valorização dos educadores, que enfrentam desafios e merecem remuneração justa, é fundamental. Um sistema educacional que priorize essa abordagem promoverá um futuro mais promissor.
PROPOSTA 22
ANA RITA DOS SANTOS BARBOSA
Proponho a racionalização das modalidades de engenharia, com a definição de um conjunto conciso de títulos profissionais. Novas áreas devem ser tratadas, preferencialmente, como ênfases ou habilitações das modalidades de base. A medida reduzirá sobreposições de atribuições, fortalecerá a identidade da engenharia e contribuirá para a valorização profissional.
Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas
Conselho de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro - Crea-RJ
Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA
ENGENHARIA PELA DEMOCRACIA - ENGD
FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DE SINDICATOS DE ENGENHEIROS - FISENGE
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS ENGENHEIROS - FNE
Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro













